Bancos Indígenas do Brasil

Pavilhão Japonês do Ibirapuera apresenta a exposição Bancos Indígenas do Brasil, até 5 de Agosto

Bancos Indígenas
O Pavilhão Japonês, construção localizada no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e inspirada no Palácio Katsura, de Kioto, recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil, que apresenta cerca de 70 peças da coleção BEI.

Os bancos foram produzidos por povos de várias regiões do alto e baixo Xingu, sul da Amazônia, Centro-Oeste, norte do Pará, Guianas e noroeste amazônico. No fim de junho, outra seleção de bancos da coleção seguirá para Tóquio, onde ocupará o Museu Teien, construção do começo do século XX que reflete a influência da arquitetura ocidental em território japonês. Dessa maneira, pretende-se apresentar e homenagear as relações entre as duas culturas no momento em que se comemoram os 110 anos da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao país.
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Bancos Indígenas do Brasil

Pavilhão Japonês do Ibirapuera recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil. Com entrada gratuita, exposição marca os 110 anos da imigração japonesa no Brasil; abertura é dia 9 de junho

BEI

No dia 9 de junho, o Pavilhão Japonês, construção localizada no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e inspirada no Palácio Katsura, de Kioto, recebe a exposição Bancos Indígenas do Brasil, que apresenta cerca de 70 peças da coleção BEI. Os bancos foram produzidos por povos de várias regiões do alto e baixo Xingu, sul da Amazônia, Centro-Oeste, norte do Pará, Guianas e noroeste amazônico. No fim de junho, outra seleção de bancos da coleção seguirá para Tóquio, onde ocupará o Museu Teien, construção do começo do século XX que reflete a influência da arquitetura ocidental em território japonês. Dessa maneira, pretende-se apresentar e homenagear as relações entre as duas culturas no momento em que se comemoram os 110 anos da chegada dos primeiros imigrantes japoneses ao país.

A mostra, cuja expografia ficou a cargo da designer Claudia Moreira Salles e do arquiteto Eiji Hayakawa, revela a sofisticação e a importância cultural dos bancos: alguns são zoomórficos, representando animais da fauna brasileira; outros são assentos mais convencionais, lixados com esmero, pintados com pigmentos naturais, decorados com grafismos ou entalhes. Em todos, os aspectos utilitários e decorativos conciliam-se à dimensão simbólica, de forma de que as peças espelham o universo cultural, os mitos e a cosmologia das etnias que as fabricam.
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